Louvre em Paris, Metropolitan em Nova York e Masp no Brasil representam alguns dos grandes museus indispensáveis em qualquer visita, mas fora deste circuito tradicional, existem preciosidades escondidas por aí que propiciam descobertas interessantes a respeito da cultura local. Veja as dicas de museus relacionadas pela editora do portal de viagem Shop & Travel Guides, Adriana Lage:

Gisling / Wikimedia Commons
Gisling / Wikimedia Commons
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Bata Shoe Museum, Toronto
O museu conta a história da humanidade pela perspectiva dos sapatos, em exposições temáticas rotativas, porque a coleção de 13 mil artefatos não cabe no museu. Uma aula sobre a evolução da arte de fazer sapatos e como representavam status social ao longo da história. Por exemplo, tradições e rituais de casamentos, a evolução dos sapatos japoneses para adaptarem-se à sua funcionalidade, a arte e simbologia nas botas Inuit, e a opulência francesa nos sapatos dos séculos XVII e XVIII. Em uma das alas, há sapatos de famosos como Pablo Picasso, Indira Gandhi, Marilyn Monroe. O edifício tem a forma de uma caixa de sapato estilizada. Imperdível!
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McKay Savage
McKay Savage

Museo del Oro, Bogotá
Oásis do saber no coração de Bogotá, o Museo del Oro surpreende pelas magníficas exposições permanentes muito bem organizadas que recontam a história do ouro (e outros metais) das principais culturas pré-hispânicas. No segundo e terceiro andar, o museu propõe uma imersão ao mundo da simbologia, mitos, cerimônias e oferendas, com descrições bem completas em inglês e espanhol. A Balsa Muisca, um barco de ouro de 10cm de altura, é a peça mais famosa por sua beleza e história. Também vale a pena acompanhar um dos tours guiados gratuitos do museu.
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Gérard Ducher / Wikimedia Commons
Gérard Ducher / Wikimedia Commons

Museu Egípcio, Cairo
Papiros, múmias, estátuas e artefatos abrangendo cinco mil anos de história mais parecem amontoados em um armazém do que em um museu organizado. Mas até isso faz parte da cultura egípcia: você se sente dentro de uma tumba gigante no Vale dos Reis em Luxor. A sala do tesouro de Tutancâmon é divina, mas o ponto alto da visita é estar frente a frente com a múmia de Ramsés II, o maior faraó do Egito.
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Jean-Pierre Dalbéra / Wikimedia Commons
Jean-Pierre Dalbéra / Wikimedia Commons

Edo-Tokyo Museum, Tóquio
O acervo nos leva a uma viagem a Edo, a antiga Tóquio dos samurais, até os dias recentes. Você começa a volta ao tempo ao cruzar a réplica de uma ponte de madeira de 1608. O museu que reabriu em março deste ano, após um período fechado para reforma, retrata como as pessoas viviam na época e os trajes que usavam; modelos de cidades e enormes maquetes mostram a bela arquitetura; exposições interativas falam de clima, economia e política. Um banho de cultura japonesa.
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Rainer Ebert
Rainer Ebert

Institut Du Monde Arabe, Paris
O museu impressiona já na entrada com sua arquitetura moderna. As janelas da fachada funcionam como obturadores que se abrem ou fecham de acordo com a luz do dia. O ambiente criado transporta os visitantes para a milenar cultura árabe em um incrível acervo que em alguns momentos traça paralelos entre as artes árabe e cristã. Além dos artefatos históricos, promove exposições e eventos sobre as línguas árabes, vídeos, música, dança e cinema.
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Kakidai
Kakidai

Mauritshuis, Haia
A casa de Maurício de Nassau, edifício histórico em Haia, abriga um museu que exibe um rico acervo de artes. As salas onde as obras estão expostas foram reformadas e até as cores das paredes combinam com as obras. Reaberto em maio de 2014, após longo tempo de restauração, a coleção ostenta obras de artistas clássicos como Rubens, Brueghel, Van Dyck, Rembrandt, Paulus Potter e Vermeer, e exibe algumas raridades como um quadro a quatro mãos de Brueghel e Rubens – O Jardim do Éden no Outono. A grande estrela do museu é a Moça com Brinco de Pérola, de Vermeer, que agora disputa a atenção com o misterioso Goldfinch, que ganhou fama após a publicação do romance O Pintassilgo, de Donna Tart.
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