Nessa semana, o consórcio europeu Arianespace lançou com sucesso, da Guiana Francesa, mais um foguete Ariane 5, colocando simultaneamente em órbita dois satélites de telecomunicações: Eutelsat 8 West B e o Intelsat 34 – esse segundo que beneficia o Brasil.

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Construído pela Thales Alenia Space, o Eutelsat 8 West B vai oferecer serviços de telecomunicações e de televisão em alta (HDTV) e ultra definição (UHDTV) na África, Oriente Médio e América do Sul. Já o Intelsat 34, construído pela Space Systems Loral (SSL) fornece soluções de conexão para meios de comunicação, nas áreas de internet banda larga e telefonia móvel, além de abrigar uma plataforma brasileira de televisão por assinatura (difusão direta).

Assista ao lançamento:

Arianespace
Lançamento do Ariane 5, na Guiana Francesa

O sucesso do lançamento de um satélite a ser utilizado pela iniciativa privada reacende a pergunta: ‘por que não no Brasil’? Com atrasos no cronograma, o lançamento do Veículo Lançador de Satélites (VLS), com tecnologia nacional, previsto para ocorrer em 2014, está sem data para ocorrer.

No mês de julho, um comunicado enviado pelo ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, ao embaixador ucraniano Rostyslav Tronenko formalizou a quebra do tratado que deu origem à empresa binacional Alcantara Cyclone Space (ACS) no Maranhão, dando fim a outra oportunidade de lançamento em território brasileiro de um foguete modelo Cyclone 4 – de transporte de satélites de órbita baixa.

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