O Maranhão registrou, em setembro, o maior índice de queimadas em 2015: foram 6.423 focos, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O valor é maior que a média histórica para o mês de setembro: 4.659. Os dados são registrados pelo instituto desde 1998.

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De janeiro a setembro, foram 15.335 focos em todo o Estado. Nos primeiros dias de outubro, já foram 1.331, totalizando 16.666 focos em 2015.

O índice coloca o Estado em terceiro lugar no ranking de queimadas de todo o país, ficando atrás somente do Mato Grosso (24.245 focos) e Pará (23.116).

Arte: Maurício Araya

Até a metade do mês, grande parte do Maranhão aparece em estado crítico (destaque em vermelho escuro) para o risco de fogo, como mostra o mapa elaborado pelo Inpe – veja abaixo.

Inpe

As altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar propiciam as queimadas no Maranhão, em especial no sul do Estado. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), índices inferiores a 60% não são adequados para a saúde humana.

Além de aumentar o potencial de incêndios florestais, a baixa umidade pode provocar complicações alérgicas e respiratórias, sangramento pelo nariz, ressecamento da pele e irritação dos olhos.

Foto em destaque: Luiz Fernandes.

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