Destino: Lençóis Maranhenses

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É um verdadeiro paraíso; um capricho da natureza esculpido pelos fortes ventos característicos do litoral do Estado brasileiro do Maranhão: os Lençóis Maranhenses são um dos principais destinos turísticos da região, que integra a Rota das Emoções – roteiro que inclui, além do Maranhão, destinos dos Estados do Piauí e Ceará –, e são uma boa pedida para as férias do meio de ano.

O parque nacional de preservação ambiental, criado na Década de 80, possui uma área total de 156,5 mil hectares, com paisagens únicas. Do total, 90 mil hectares desse ‘deserto gigante’ são de puras dunas, moldadas pela ação dos ventos; e lagoas, formadas pela água das chuvas do primeiro semestre no Maranhão.

Um dos principais e mais estruturados acessos aos Lençóis Maranhenses é a cidade de Barreirinhas, a 250 km de distância da capital maranhense, São Luís. Para chegar a Barreirinhas, é necessário seguir pela BR-135 até ao município de Bacabeira, a 58 km da capital, e continuar a viagem pela MA-402. Esse roteiro é oferecido por agências de viagem, com pacotes de passeio ‘bate-e-volta’, ou seja, que dura apenas um dia; ou por no mínimo três dias, incluindo hospedagem e passeios. O transporte intermunicipal também é uma alternativa para quem prefere fazer o passeio sem intermédio de agências: do Terminal Rodoviário de São Luís saem, diariamente, ônibus até Barreirinhas.

Rio Preguiças é caracterizado por suas águas escuras
Rio Preguiças é caracterizado por suas águas escuras

Para hospedagem, há opções de apart hotéis, hotéis, pousadas e hostels. Muitos deles estão às margens do rio Preguiças, e depois de um dia inteiro de caminhadas e diversão, tudo que o turista vai querer é um gostoso banho de rio mesmo.

Passeio de lancha é um dos atrativos
Passeio de lancha é um dos atrativos

Para acessar os Lençóis Maranhenses, não há taxa de ingresso; e para chegar ao parque, só com veículo 4×4. São as conhecidas ‘jardineiras’, caminhonetes adaptadas para levar passageiros na carroceria. Após uma rápida travessia de balsa, o caminho é por uma trilha de 12 km numa paisagem de vargem, feito em aproximadamente 25 minutos.

Dentro do parque, o acesso é feito apenas por meio de caminhadas auxiliadas por guias de turismo, e os veículos não entram.

Acesso aos Lençóis Maranhenses é feito com veículos 4x4
Acesso aos Lençóis Maranhenses é feito com veículos 4×4

Ao todo, 15 agências de turismo oferecem pacotes de visita aos Lençóis Maranhenses. Ao comparar os valores desses pacotes, o visitante, no entanto, deve evitar aquelas que oferecem os preços abaixo do mercado, porque geralmente utilizam carros mais antigos ou sem manutenção, o que pode estragar o passeio.

Para consultar empresas e profissionais habilitados para operar na área de turismo, os visitantes devem, também, acessar o Cadastur.

Lençóis Maranhenses
Lençóis Maranhenses

De maio a setembro, os turistas podem contemplar dunas e banhar nas lagoas formadas pelas chuvas do período e elevação dos lençóis freáticos. Na estação de seca do Maranhão – no segundo semestre –, elas ficam muito baixas, o que prejudica o banho. Por isso, antes de viajar, o turista precisa planejar bem o roteiro e com certa antecedência, inclusive para conseguir bons descontos – seja em alta ou baixa temporada.

Lençóis Maranhenses
Lençóis Maranhenses

E para quem visita Barreirinhas, uma parada obrigatória é o Farol de Preguiças ou Farol de Mandacaru, estrutura localizada no povoado de Mandacaru. Para chegar ao local, o melhor acesso é pelo rio Preguiças, por meio de lanchas conhecidas como ‘voadeiras’. Após subir os 160 degraus, o visitante tem uma incrível vista da foz do rio Preguiças.

Vista do Farol de Mandacaru, em Barreirinhas
Vista do Farol de Mandacaru, em Barreirinhas

Com as ‘voadeiras’ também se chega ao povoado Vassouras, no local conhecido como Ilha dos Macacos, onde é possível observar e interagir com vários os pequenos macaco-prego; além da comunidade de Tapuio, onde se localiza a Casa de Farinha, compartilhada por cerca de 200 famílias e onde o visitante conhece e vive a experiência de todas as etapas de produção da famosa farinha-d’água.

Pôr do sol em Barreirinhas, no Maranhão
Pôr do sol em Barreirinhas, no Maranhão

Na Beira-Rio e Praça da Matriz, Centro de Barreirinhas, pode-se encontrar restaurantes que oferecem pratos típicos do Maranhão. Entre as opções, estão pratos inspirados na Rota das Emoções, como arroz de cuxá com mariscos, abacaxi recheado com camarão, pirão, farofa de cuscuz e carne de sol ao molho de queijo coalho.

Destino: Goiânia

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Quem me acompanha pelo Instagram (@mauricioaraya) e Snapchat (mauricioaraya) sabe que estive nesse mês de janeiro de 2016 em Goiânia. Infelizmente, não estive por diversão, mas resolvi fazer um pequeno guia de experiências pela capital goiana para quem também tiver o prazer de visitar essa encantadora cidade – ainda que muita coisa fique de fora.

Primeiramente, é preciso entender que Goiânia não possui muitos atrativos turísticos – o mais próximo e um dos mais conhecidos de todo o país está a cerca de 150 km, Caldas Novas. Localizada no coração do Brasil, é uma cidade ainda nova, planejada. Seu ar de modernidade é percebido em alguns pontos característicos da capital, como nos monumentos dos viadutos João Alves de Queiroz e Latif Sebba, localizados nas avenidas T-63 e 85, respectivamente.

Outro encanto da cidade é seu verde e parques, como o famoso Vaca Brava, Areião, Botafogo, Flamboyant, entre outros.

Eis, então, algumas sugestões de lugares que você precisa visitar ao passar em Goiânia ou serviços que precisar:

História: para conhecer um pouco mais sobre a fundação de Goiânia é preciso visitar o ‘marco zero’ da cidade, que é a Praça Cívica Doutor Pedro Ludovico Teixeira, onde estão localizados os palácios Pedro Ludovico Teixeira e das Esmeraldas, além do Monumento às Três Raças – que faz uma homenagem ao povo goiano;

Gastronomia: quer comer bem em Goiânia? Não faltam opções para saborear deliciosos pratos na cidade. As minhas sugestões são os restaurantes Piquiras – localizado no setor Marista e nos shoppings Buena Vista (setor Bueno), Bougainville (Marista) e Flamboyant (Jardim Goiás) –, Cateretê – onde tive o prazer de saborear o filé à Cateretê, que serve perfeitamente quatro pessoas; localizado no setor Bueno, avenida T-2 – e Kabanas – onde há uma picanha acompanhada de farofa de banana e arroz com brócolis ‘dos Deuses’, localizado no setor Bueno, avenida T-3, e no shopping Flamboyant.

Busca uma boa pizza? A dica é a Pitigliano, localizada na avenida Portugal, setor Oeste. Simplesmente, a melhor da cidade.

Passeio e compras: buscando lazer ou algo para presentear alguém? Com mais de 132 mil m², o Flamboyant Shopping Center é um dos maiores shoppings do país e é o lugar sem erro para encontrar o que precisar na cidade. Fica localizado na avenida Jamel Cecílio, setor Jardim Goiás. Outra dica é o Goiânia Shopping, um dos mais charmosos da capital goiana. O centro comercial fica em frente ao parque Vaca Brava (e pecado mesmo é não sair ser conhecer esse belo parque da cidade).

Destino: Jericoacoara

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Temporada de férias e diversão e você procurando um destino para viajar? Nesta reportagem, vou dar a dica de um destino bastante badalado – o que pode assustar de início alguns viajantes que gostam mais de tranquilidade, como eu – e apaixonante – sim, fui ‘fisgado’. Tive a oportunidade de estar nesse belo destino da Rota das Emoções em junho de 2015.

A viagem até Jijoca de Jericoacoara, no Ceará, começa pela capital Fortaleza e dura em média cinco horas. O acesso é pela CE-085 (ou ‘Via Estruturante’, como é conhecida regionalmente), passando pelas BRs 020 e 222. A condição da rodovia estadual é boa, mas torna a viagem bem mais longa, se comparada a outros acessos, que estão em mal estado de conservação.

Maurício Araya
Em ‘Jeri’, fiquei hospedado na pousada Maxitalia

No trajeto, a paisagem é de pastos, lagos e até montanhas, um contraste com a seca que domina o interior do Estado. Pelo percurso, o turista pode fazer uma parada no Parque Botânico do Ceará, em Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza), com área total de 190 hectares e 6 km de trilhas, onde o visitante conhece um pouco mais da flora e fauna cearense.

Pela rodovia, outra paisagem que chama a atenção é a formada pelas usinas eólicas espalhadas pelo Vale do Acaraú.

VEJA OUTROS REGISTROS DA VIAGEM EM GALERIA DE FOTOS

Ao chegar em Jijoca de Jericoacoara (ou simplesmente ‘Jijoca’, como é conhecida a sede do município), o turista tem que mudar de meio de transporte: segue a bordo de ‘buggy’ ou ‘jardinheira’ – veículos 4×4 adaptados para levar passageiros no compartimento de carga – até a Vila de Jericoacoara (ou simplesmente ‘Jeri’).

O acesso é por estrada de terra e uma parte já em paralelepípedos que estão sendo colocados na via.

Jericoacoara
Simplicidade toma conta das ruas de Jericoacoara

Escondida a 287 km de distância da capital do Ceará, a vila de pescadores é tomada pelo burburinho causado pela grande movimentação de turistas.

Jericoacoara
Agito noturno de turistas nas ruas de Jericoacoara

Mesmo transformada por todo esse agito, a principal característica que os moradores não abrem mão de mudar é a ausência de pavimentação, o que dá o charme à vila.

Lagosta
Lagosta é típica do Ceará, e vale (muuuito) à pena experimentar

Nos pequenos estabelecimentos, alguns que funcionam em antigas residências construídas com pedras do Morro do Serrote – e que preservam essa característica –, é possível experimentar um pouco da culinária local. São pratos típicos da região, como o pirão e moqueca de arraia (ou ‘raia’), pescada e tratada ali mesmo; temperado com pimentas rústicas, feitas à partir da cachaça.

Não há como negar que o encanto de Jeri está mesmo na vida noturna, por isso é bastante procurada por grupos de amigos. Seja no Beco do Forró ou em diversos barzinhos da cidade. A dica para o turista localizar as opções é o aplicativo LiveJeri, que indica o roteiro completo da diversão.

Beco do Forró
Beco do Forró, em Jericoacoara

Outro atrativo da região é o turismo de aventura. Entre as opções, estão o roteiro até a Pedra Furada, uma formação rochosa esculpida pela força do mar – mas vale o alerta: é preciso preparo físico ou muita disposição para ir, já que o acesso é por uma trilha à pé de 30 minutos na areia e pedras.

Maurício Araya
Pedra Furada

Para descansar, a melhor pedida é um banho na Lagoa do Paraíso, com as famosas redes estendidas dentro d’água cristalina.

Maurício Araya
Lagoa do Paraíso, um espetáculo à parte

Outra parada obrigatória é a Árvore da Preguiça, que ganhou esse nome por seu formato desenhado pelos fortes ventos característicos da região.

Maurício Araya
Turistas na Árvore da Preguiça

Antes do anoitecer, o espetáculo fica por conta do pôr do sol.

Duna do pôr do sol
Duna do pôr do sol reúne centenas de turistas para acompanhar o espetáculo

Não à toa, o espetáculo reúne centenas de pessoas na duna que permite uma visão privilegiada do astro se escondendo no horizonte limpo formado pelo mar, que inspira diversos casais.

Pôr do sol em Jericoacoara
Pôr do sol em Jericoacoara

Não posso finalizar esse post sem agradecer às equipes do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Maranhão, Piauí e Ceará que nos acompanharam e apresentaram esse belo destino durante o 3º Salão Rota das Emoções.

Chile: do norte ao sul, terra de extremos

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O Chile é um país extraordinário, que permite experiências maravilhosas, para todos os gostos. Em fevereiro de 2013, estive no país em minhas mais recentes férias e vou compartilhar um pouco dessa experiência, uma pequeníssima parcela das inúmeras alternativas turísticas que o país oferece, do Deserto do Atacama à Patagônia. A famosa Cordilheira dos Andes, onde está o ponto mais alto da América Latina – o Aconcágua, ainda na Argentina –, logo dá as boas-vindas aos turistas.

Maurício Araya
Antofagasta, Chile

Antes de conhecer o Chile, é importante saber que, como é associado ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), apesar de indicado, não é necessário ter passaporte para visitar o país, basta a carteira de identidade, o que não reduz as medidas de segurança e sanitárias adotadas pelas autoridades chilenas, que, sim, são bastante rígidas.

No país, a língua oficial é o castelhano, uma variação do espanhol. Na questão monetária, dólar ou real? Tanto faz. Algumas casas de câmbio do país já aceitam o real na troca pelo peso chileno, moeda oficial do país.

Clima
Em termos climáticos, grande parte do país possui estações do ano bem definidas e, portanto, há épocas para cada público. Quem gosta do frio, por exemplo, deve aproveitar os meses de junho, julho – ápice do inverno chileno – e agosto, período indicado para quem quer esquiar. Nesse caso, o turista tem a opção de se hospedar em hotéis e resorts localizados já na própria cordilheira, com centros de esqui e piscinas aquecidas.

Maurício Araya
Santiago, Chile

Já quem preferir curtir tudo o que o país pode oferecer sem ter que se agasalhar todo, pode visitar o país nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Deve seguir as recomendações de uso de protetor solar e hidratação, já que sua capital, Santiago, por exemplo, possui um clima bem seco neste período.

Maurício Araya
Santiago, Chile

Capital
Santiago, por si só, já possui inúmeras opções de lazer. A metrópole tem um sistema de transporte público bastante organizado, com linhas de metrô bem sinalizadas e que levam a todos os cantos da maior cidade chilena, além de uma grande frota de táxi, que inclui veículos que fazem o transporte por um preço mais acessível, os chamados táxis “coletivos”.

Visita obrigatória
Palácio La Moneda, sede administrativa do governo chileno, onde se pode fazer uma visitação guiada – saiba como agendar – ou conhecer o Centro Cultural Palácio La Moneda, onde a entrada é gratuita e não é necessário agendamento – saiba mais. Em dias alternados, os “carabineros” – a polícia chilena – fazem uma cerimônia de troca de guarda em frente ao palácio, com execução do hino nacional e desfile em direção à ‘Praça da Cidadania’, onde está hasteada a Bandeira Nacional.

Maurício Araya
Palácio La Moneda, em Santiago

Plaza de Armas, onde fica a Catedral Metropolitana de Santiago e onde artistas de todos os tipos se reúnem.

Cerro San Cristóbal, onde, a 880 metros de altitude, é possível ter uma vista panorâmica de toda a Santiago. Lá, está instalada a estátua de Virgem Maria e um observatório astronômico. Para chegar a um lugar tão alto, pode-se usar o transporte funicular, vans – que saem em horários regulares –, além de táxi. Além de uma feira com artigos regionais, é possível experimentar uma bebida refrescante tradicional do Chile: o “mote con huesillos”, uma espécie de suco caramelado, com trigo e pêssego. Um passeio gastronômico indicado é ao Mercado Central, onde é possível experimentar as iguarias chilenas, alguns de seus pescados – como a “reineta” –, além da famosa empanada chilena.

Maurício Araya
Cerro San Cristóbal, em Santiago

Museu Nacional de Belas Artes, com exposições permanentes e ações voltadas para os turistas.

Litoral
Já no litoral do país, não pode deixar de conhecer duas cidades vizinhas entre si: Valparaíso e Viña del Mar, situadas a, aproximadamente, 120 km de Santiago. Durante o trajeto, por meio da “Ruta 68”, é possível, ainda, conhecer as vinícolas, de onde saem os mais conceituados vinhos do mundo.

Em Viña del Mar, estão as praias mais agitadas. Na cidade, onde a economia é voltada mesmo para o turismo, podem-se encontrar apartamentos para alugar por pequenas temporadas. Para quem arriscar um banho de mar, fica apenas um alerta: mesmo no verão, as águas do Oceano Pacífico são bastante frias, estando em temperaturas pouco mais elevadas no fim da tarde.

Maurício Araya
Viña del Mar, Chile

Para os admiradores da literatura, Isla Negra
Situada, aproximadamente, à mesma distância da capital –, onde fica a mais importante das três casas do escritor chileno Pablo Neruda, local que inspirou grandes títulos do comunista. Uma fundação, mantida pela família e amigos de Neruda, guarda objetos e mantém viva sua história.

Maurício Araya
Isla Negra, Chile

Um país apaixonante, cativante, exemplo de educação e desenvolvimento econômico, com passeios e lembranças que permanecem para o resto da vida: assim é o Chile, terra de extremos.

Ciência é explicada de forma interessante em museu

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Seguindo a temática da publicação anterior, sobre os passeios em Santiago do Chile durante as minhas férias, eu apresento, agora, o segundo lugar bacana que visitei no mês de fevereiro. Trata-se do Museu Interativo de Mirador (MIM).

Maurício Araya
Museu Interativo de Mirador, em Santiago

Localizado na comuna de La Granja, em Santiago, o MIM começou a funcionar em março de 2000 e, desde então, recebe, anualmente, mais de 430 mil pessoas, a maioria formada por estudantes. O museu é repleto de atividades que explicam fenômenos científicos e tecnológicos. Como já haviam me dito, um dia apenas pode se tornar pouco para desfrutar de todas as atividades propostas pelo local.

Maurício Araya
Museu Interativo de Mirador, em Santiago

Entre as atividades, estão as salas de robótica – onde os visitantes podem programar robôs para diversos fins, como a atividade mineira, bem comum no Chile –, de eletromagnetismo, as apresentações de cinema em terceira dimensão (3D) e a famosa “casa sísmica”, onde é possível conhecer como funciona o interior do planeta e reviver o terremoto de 27 de fevereiro de 2010, a 150 quilômetros a noroeste da cidade de Concepción.

Maurício Araya
Museu Interativo de Mirador, em Santiago

A entrada para o MIM custa $ 3.900 (pesos chilenos, ou, aproximadamente, R$ 17) para o público em geral e $ 2.600 (R$ 10) para crianças de dois a 12 anos, idosos e estudantes. Crianças de até dois anos não pagam. O museu funciona de terça-feira a domingo, das 9h30 às 18h30.

Maurício Araya
Museu Interativo de Mirador, em Santiago

Para chegar ao MIM – que fica localizado na avenida Punta Arenas, nº 6.711 – basta desembarcar na estação “Mirador” da linha 5 do metrô de Santiago e utilizar, ainda, os táxis que seguem para o local. Outras informações na página eletrônica www.mim.cl.

Planetário é opção para quem visita Santiago

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Como é de conhecimento de vocês, estive, no mês de fevereiro, desfrutando de merecidas férias. Viajei a Santiago do Chile e, lá, tive a oportunidade de fazer alguns passeios inesquecíveis. No que se refere à ciência e tecnologia, pude conhecer dois lugares bacanas, experiências que pretendo compartilhar com vocês.

Maurício Araya
Maquete da ISS, no planetário em Santiago, Chile

O primeiro lugar foi o planetário da Universidade de Santiago do Chile. No local com área total de 13,3 mil m² e inaugurado em 14 de março de 1985, estudantes e adultos apaixonados por astronomia podem aprender, por meio de projeções, um pouco mais sobre a ciência que estuda o espaço; há salas e dependências criadas especialmente para a projeção de filmes e realização de exposições.

Na sala principal, batizada de “Albert Einstein”, com capacidade para 300 pessoas sentadas, há uma cúpula equipada com um simulador de estrelas Carl Zeiss, modelo VI, com 160 lentes e peso de 2,5 toneladas, encaminhado, na década de 1970, desde a Alemanha – país de origem. O equipamento conta, ainda, com o auxílio de três projetores de vídeo, 32 projetores de slides e equipamento de som de alta fidelidade.

Maurício Araya
Simulador de estrelas Carl Zeiss

A entrada para o público geral custa $ 3.300 (pesos chilenos, algo em torno de R$ 15); para crianças de dois a 12 anos e público da terceira idade, custa $ 2.700 (por volta de R$ 10); e dá direito a uma apresentação no planetário, a uma apresentação no cinema em terceira dimensão (3D), jogos interativos e exposições.

Maurício Araya
Planetário em Santiago do Chile

O planetário da Universidade de Santiago do Chile fica localizado na avenida Libertador Bernardo O’Higgins, nº 3.349, em frente à Estação Central. Quem preferir utilizar o sistema de metrô, um dos mais eficientes do mundo, pode utilizar a linha 1 e desembarcar na estação “Estación Central”. Outras informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico www.planetariochile.cl.